
A covid-19 ainda representa 41,3% dos casos positivos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil. É o que aponta a última atualização do InfoGripe, boletim da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) que monitora os casos da condição clínica pelo país.
Segundo o estudo, lançado nesta quinta-feira (9), os casos de SRAG têm diminuído no país, mas os estados Alagoas, Paraíba, Acre, Rondônia e Roraima apresentam uma tendência de crescimento oscilante entre os idosos. Os dados disponíveis ainda não são precisos o suficiente para associá-los com a covid-19, mas é provável que esse seja o caso. De acordo a pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Cientifica da Fiocruz e coordenadora do InfoGripe, a covid-19 é a principal responsável por casos de SRAG em idosos.
O rinovírus permanece como o principal responsável pelos casos de SRAG em crianças e adolescentes de até 14 anos nas últimas semanas, enquanto a Sars-CoV-2 (Covid-19) predomina entre as pessoas acima de 65 anos.
A prevalência dos vírus nos últimos quatro boletins epidemiológicos foi distribuída da seguinte forma: 7,7% de influenza A; 4,9% de influenza B; 13% de vírus sincicial respiratório (VSR); 26,9% de rinovírus e 41,3% de Sars-CoV-2. Quanto aos óbitos, a maior parte foi registrada entre pacientes com covid-19, com 74,1%, seguida pelo rinovírus (9,7%) e influenza A (7,4%).
Os dados divulgados analisaram a semana de 29 de dezembro de 2024 a 4 de janeiro de 2025 no Brasil. Devido às festas de fim de ano, é comum ter atraso nas notificações feitas ao órgão.
SBT News
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