
O governador Rafael Fonteles (PT) e o ministro Wellington Dias (PT) admitiram divergências, mas descartaram rompimento político nas eleições deste ano.
Nesta segunda-feira, os dois estiveram juntos na entrega de 30 vans e seis ambulâncias em frente à Assembleia Legislativa.
Indagado sobre a possibilidade de rompimento, o governador foi enfático: “possibilidade zero”.

Já o ministro afirmou que o momento é de diálogo e que o projeto do Partido dos Trabalhadores deve estar acima de lideranças.
“Somos duas pessoas que sabemos o tamanho da responsabilidade que temos com o Piauí, colocar o Piauí em primeiro lugar, valorizar o time, organizado em 11 partidos. Diálogo é isso que gera entendimentos”, disse.
Nos bastidores, governador e ministro divergem sobre a formação da chapa majoritária, principalmente o nome do vice-governador.
Muita gente interessada na briga, diz governador
Rafael Fonteles admitiu que existem muita gente interessada no racha entre ele e o ministro.
“Há muita especulação, fuxico. Muita gente tem interesse em um eventual discussão, divergência entre nós. Vamos trabalhar no diálogo, harmonia”, afirmou.
Governador disse que o ministro é uma regência para ele, e que o diálogo vai prevalecer.
O ministro lembrou que Rafael Fonteles é filho de Nazareno Fonteles, um petista histórico.
“O que a gente quer é o melhor projeto para o Piauí até o 2030”, afirmou.
O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome assinou também a adesão da ALEPI no programa Acredita nos Primeiro Passo.
O programa foi criado pelo Governo Federal para ajudar famílias de baixa renda cadastradas no CadÚnico.
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