
As investigações sobre a morte do pedreiro Deilson Domingos de Sousa, de 38 anos, ganharam novos desdobramentos após o corpo da vítima ser retirado das águas do Açude Ingazeiras, em Paulistana. Os primeiros levantamentos apontam indícios de que o homem possa ter sido vítima de homicídio.
De acordo com informações apuradas no local, o corpo apresentava lesões profundas na região da cabeça, ferimentos que levantam a suspeita de violência e afastam, inicialmente, a hipótese de morte natural. A causa oficial da morte, entretanto, será confirmada somente após a conclusão dos exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).
Deilson estava desaparecido desde o último domingo (14), quando saiu de casa e não retornou. Familiares chegaram a registrar o desaparecimento junto à Polícia Civil após tentativas frustradas de contato telefônico.

O corpo foi localizado por volta das 5h30, boiando próximo à margem do açude, na área de sangria da represa. Após o isolamento da área pela Polícia Militar, equipes da Polícia Civil e da perícia criminal realizaram os procedimentos necessários para a coleta de informações e vestígios que possam auxiliar na investigação.

Concluído o trabalho pericial no local, o corpo foi removido das águas e encaminhado pelo IML para exames mais detalhados, que deverão apontar a causa da morte e outras circunstâncias relacionadas ao caso.
A Polícia Civil de Paulistana deve investigar o caso.
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