
Na manhã desta terça-feira, 07 de maio, o júri popular realizado em Picos, que julgou o suspeito de ter estrangulado até a morte a sua companheira. O crime aconteceu no dia 07 de abril de 2018, na cidade de São João da Canabrava, e teve como vítima Gleiciane Maria Pereira.
Romário de Moura Sousa foi absorvido, após pedido do Ministério Público. O promotor de Justiça, Ari Martins, explicou os motivos que levaram a absolvição do réu.
“Durante a instrução no plenário do Júri, não haviam elementos para pedir a condenação do réu. O Ministério Público não pode atuar como mero acusador, cabe a nós pedir a condenação de maneira responsável e com suporte na prova produzida nos altos. Ontem não haviam elementos para pedirmos essa condenação”, disse o promotor.
Ari Martins ressaltou ainda que as investigações serão reabertas. Durante o júri o MP solicitou ao conselho de sentença que reconhecesse a negativa de autoria.
“Um dia triste, mas de atuação seria do MP. Não cruzamos os braços e uma nova investigação sobre o caso será solicitada. Não nos interessa a condenação de um inocente nem a absolvição de um acusado”, explicou Ari.
As provas produzidas durante as investigações do caso não houveram provas que reconhecessem a autoria do crime.
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