O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, é um dos dez nomes da Esplanada que se exonerou do cargo para poder participar da votação para as futuras presidências do Congresso neste sábado (1°). De volta à posição de deputado, ele votará em Hugo Motta (Republicanos-PB) para comandar a Câmara e confirma que o movimento foi um pedido do próprio presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. “Eu me licenciei do governo hoje, estou já como deputado, vou votar no candidato a presidente Hugo Mota amanhã. Orientação do presidente é que os ministros se licenciassem para vir votar tanto no Hugo Mota, na Câmara dos Deputados, quanto no Davi Alcolumbre, aqui no Senado”, afirmou Padilha a jornalistas nesta sexta-feira (31). O político destacou, em mais de uma vez, que o pedido de votação foi recomendado pelo próprio presidente Lula, em posição que contrasta com o divulgado nos últimos meses pelo presidente. Em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, na quinta-feira (30), Lula reafirmou que o chefe do Executivo não comentará em escolhas. “A eleição na Câmara e no Senado é uma questão dos partidos políticos, dos deputados e dos senadores. O presidente da República não se mete nisso. Então, se Hugo Motta for eleito presidente da Câmara e Alcolumbre, do Senado, eles serão os presidentes das instituições e é com ele que nós vamos fazer as tratativas que tiver que fazer”, disse. (Com informações do Portal R7)
A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 2,709 trilho?es (em valores corrigidos pela inflação) em 2024. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pela Secretaria da Receita Federal. O resultado é o maior da série histórica, iniciada em 1995. No mesmo período de 2023, a Receita arrecadou R$ 2,47 trilhões. Já em dezembro, a arrecadação foi de 261,2 bilhões, o maior resultado da série histórica para o período. O resultado representa uma alta de 7,78%, já descontada a inflação, em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Em relação a novembro, quando o montante foi de R$ 209,218 bilhões, a arrecadação subiu 24,23%, em termos reais. Segundo a Receita, o aumento na arrecadação pode ser explicado por fatores como o comportamento dos principais indicadores macroeconômicos, melhora no desempenho da arrecadação do PIS/Cofins e o crescimento do IRPJ (Imposto de Renda de Pessoa Jurídica) e da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido). No acumulado do ano (de janeiro a dezembro), sem a correção pela inflação, a arrecadação alcançou o valor de R$ 2,65 trilhões —, o que representa um acréscimo pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) de 9,62%. Segundo a Receita, a tributação de fundos exclusivos gerou um aumento de R$ 13 bilhões na arrecadação no ano passado, enquanto a atualização do IRRF sobre offshores contribuiu com outros R$ 7,67 bilhões. (Com informações do Portal R7)
Segundo a pesquisa divulgada pelo instituto Quaest nesta segunda-feira (27), o governo Lula (PT) vem perdendo apoio até da sua principal base eleitoral, o Nordeste. Em dezembro de 2024, 67% dos nordestinos aprovavam o trabalho de Lula, agora, 60%. A desaprovação disparou de 32% para 37%. Veja o resultado das demais regiões. Sudeste: Aprovam: 44% em dezembro de 2024. Agora, 42%. Desaprovavam: 55% em dezembro de 2024. Agora, 53%. Sul: Aprovam: 46% em dezembro de 2024. Agora, 39%. Desaprova: 52% em dezembro de 2024. Agora, 59%. Centro-Oeste/Norte: Aprova: 48% em dezembro de 2024. Agora, 48%. Desaprova: 50% em dezembro de 2024. Agora, 49%. Felipe Nunes, diretor da Quaest, disse em postagem no X, que: “perder popularidade no Nordeste e na renda baixa significa que o governo está perdendo base que deixa de defendê-lo”. Os números mostram que, em janeiro de 2025, 65% dos entrevistados acreditam que o presidente não tem conseguido fazer aquilo que prometeu. Em dezembro de 2024, 60%. Já os que acreditam caiu cinco pontos percentuais, 35%, em dezembro, para 30% agora em janeiro de 2025. Foram entrevistadas 4.500 pessoas entre os dias 23 e 26 de janeiro. O nível de confiabilidade do levantamento é de 95% com margem de erro de 1 ponto percentual. (Com informações do Diário do Poder)
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, desembargador Sebastião Martins, fez críticas ao possível fim da checagem de notícias falsas nas redes sociais. Recentemente a Meta anunciou o fim do serviço de checagem de fatos no Facebook, Instagram e Whatsapp, redes administradas pela empresa. Inicialmente o cancelamento atingiria apenas os Estados Unidos. Desde 2016, a Meta oferece no Facebook e no Instagram um serviço de checagem de fatos, realizado por jornalistas e especialistas em cerca de 115 países, que apura se informações que circulavam nas redes eram verdadeiras ou falsas e oferecia a contextualização aos usuários. Com o fim da checagem de fatos, a Meta passou a adotar a política de “notas da comunidade”. Com isso, apenas usuários previamente cadastrados podem contestar alguma informação que circula nas plataformas. O desembargador lamentou a decisão que pode afetar o Brasil. “Essa nova decisão do presidente americano realmente pegou de surpresa, porque o próprio TSE é preocupado com as fakes news, porque é um atentado à democracia, a liberdade de expressão é um direito que está garantido na Constituição, mas tem limites, você não pode ter a mentira, ofender a honra das pessoas”, afirmou. O magistrado ainda lembrou que o direto a liberdade de expressão não pode se tornar um ato criminoso. “A liberdade de expressão é um direito fundamental para o bem da democracia. Como a imprensa, que tem o direito de informar ao cidadão. Mas a imprensa não pode, por exemplo, ofender a honra sem checar a notícia. Então essa decisão do presidente americano realmente vai de encontro com a preocupação do TSE, que criou lá em Brasília um centro contra a desinformação e a favor da democracia, para prevalecer a verdade, e não que a mídia, as big tech utilizem a internet para discursos de ódio”, finalizou. (Com informações do portal Cidade Verde)
Integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva se reuniram nesta quinta-feira (23) para discutir medidas que visam conter a alta dos preços dos alimentos. Participam da reunião os ministros Rui Costa (Casa Civil), Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar). O encontro ocorreu um dia após polêmica em torno do tema. O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, também participou do encontro, realizado na Casa Civil, no Palácio do Planalto, em Brasília. Na última quarta-feira (22), o chefe da Casa Civil afirmou que o governo buscava um “conjunto de intervenções que sinalizem para um barateamento dos alimentos”. A declaração do ministro gerou repercussão e questionamentos sobre que tipo de intervenção deve ser tomada. Posteriormente, a Casa Civil emitiu uma nota para negar que o governo vá promover uma “intervenção de forma artificial”. Em comunicado, o órgão informou que “não está em discussão intervenção de forma artificial para reduzir preço dos alimentos. O governo irá discutir com os ministérios e produtores de alimentos as medidas que poderão ser implementadas”, afirmou a assessoria da pasta. (Com informações do Portal R7)
O presidente Donald Trump anunciou ontem, segunda-feira (20), que está retirando os Estados Unidos da Organização Mundial da Saúde (OMS), cortando laços com a agência de saúde pública das Nações Unidas em seu primeiro dia no cargo. O governo de Trump se retirou formalmente da organização em julho de 2020, enquanto a pandemia de Covid-19 se espalhava pelo mundo. O texto da ordem executiva desta segunda cita a “má gestão da pandemia de COVID-19 pela organização que surgiu de Wuhan, China e outras crises globais de saúde, sua falha em adotar reformas urgentemente necessárias e sua incapacidade de demonstrar independência da influência política inapropriada dos estados-membros da OMS”, como razões para a retirada. “Essa é uma grande questão”, disse Trump a um assessor ao começar a assinar a ordem executiva, apontando para sua decisão de 2020 e sua crença de que os EUA estavam pagando muito dinheiro à organização em comparação a outros países. A ordem também diz que a OMS “continua a exigir pagamentos injustamente onerosos” dos EUA. (Com informações da CNN Brasil)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a chamar a atenção dos ministros do governo para não criarem nenhuma portaria que possa gerar confusão para o Palácio do Planalto. Em reunião ministerial nesta segunda-feira (20), na Granja do Torto, o chefe do Executivo falou sobre as ações que ainda não foram entregues para a população. “Daqui para frente, não podemos inventar nada. Tudo aquilo que a gente já anunciou vai aparecer agora. E vai depender do esforço de cada um de vocês”, disse Lula. “Daqui para frente, nenhum ministro vai poder fazer portaria que depois crie confusão para nós, sem que essa portaria passe pela Presidência da República através da Casa Civil. Muitas vezes a gente pensa que não é nada, mas alguém faz uma portaria, faz um negócio qualquer, daqui a pouco arrebenta e vem cair na Presidência da República”, acrescentou. A abertura da reunião ministerial foi transmitida pela Empresa Brasil de Comunicação. Em sua declaração inicial, Lula afirmou que é hora da colheita. “Nós vamos ver se nesse ano de 2025, a gente pode corrigir aquilo que porventura a gente tenha feito de errado ou deixado de fazer. E vamos tentar fazer com muito mais força aquilo que nós ainda não fizemos”, disse o presidente aos ministros. Em sua declaração, Lula não mencionou qual portaria foi alvo de eventuais erros. No entanto, a última crise do governo envolveu o Pix. Recentemente, a Receita Federal editou ato normativo para prever que as instituições financeiras devem informar ao órgão as movimentações que ultrapassem os R$ 5 mil por mês no caso de pessoas físicas e de R$ 15 mil para pessoas jurídicas. (Com informações do Portal R7)
O ex-senador e atual prefeito de Barra de São Miguel (Alagoas), Benedito de Lira morreu aos 82 anos na manhã desta terça-feira (14), em Maceió (AL). A informação foi confirmada pela assessoria da Câmara dos Deputados. Biu de Lira, como era conhecido, é pai do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). O prefeito estava internado desde o ano passado e foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em 7 de janeiro. Ele enfrentava problemas de saúde relacionados a um câncer. O sepultamento será realizado na quarta-feira (15), às 10h, no Cemitério Parque das Flores, em Maceió. O velório deve começar ainda nesta terça-feira. No início do ano, por causa dos problemas de saúde, Benedito de Lira não compareceu à cerimônia de posse na prefeitura de Barra de São Miguel, cargo para o qual foi reeleito. Foi representado pelo vice, Henrique Alves Pinto (PP-AL), que realizou o juramento de posse na Câmara de Vereadores. Na ocasião, como a CNN mostrou, Arthur Lira afirmou que o pai tinha sido submetido a uma “pequena cirurgia” não programada na noite de 31 de dezembro, realizada no Hospital Arthur Ramos, em Maceió. Na política, Benedito de Lira também foi vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele nasceu em Junqueiro (AL), em 1942. Era formado em Direito pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Foi eleito pela primeira vez em 1966, como vereador de sua cidade natal. (Com informações da CNN Brasil)