Picos(PI), 14 de Maio de 2026
POLITICA EM PAUTA

Copom reduz Selic para 3% de olho nos efeitos da pandemia na economia

Em: 06/05/2020
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Banco Central do Brasil (Foto: Divulgação)
Em meio à crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus, o Banco Central (BC) diminuiu os juros básicos da economia pela sétima vez seguida. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic para 3% ao ano, com corte de 0,75 ponto percentual. A decisão surpreendeu os analistas financeiros. Segundo a pesquisa Focus do BC, a maior parte dos agentes econômicos esperava a redução dos juros básicos para 3,25% ao ano nesta reunião e um corte adicional, para 2,75%, em junho. Com a decisão de hoje (6), a Selic está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986. De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018, só voltando a ser reduzida em julho de 2019. (ABr)

Proposta acaba decisões monocráticas anulando atos do Executivo e Legislativo

Em: 05/05/2020
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Foto: Divulgação
Todas as decisões sobre atos de responsabilidade exclusiva dos poderes Legislativo e Executivo deveriam ser tomadas apenas pelo plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo proposta do ministro Marco Aurélio. Na prática, a proposta de Marco Aurélio, se aprovada, acaba com a prática frequente de decisões monocráticas, de um único ministro do STF, anulando atos dos outros do poderes. A proposta é formalizada dias depois de o ministro Alexandre de Moraes, em decisão monocrática, decidir anular outro ato privativo do presidente da República, no caso do cancelamento da nomeação do diretor-geral da Polícia Federal. “Esforços devem ser feitos visando, tanto quanto possível, preservar a harmonia preconizada constitucionalmente, surgindo de qualquer forma, com grande valor, o princípio da contenção”, afirma Marco Aurélio em ofício ao presidente do STF, ministro Dias Toffoli. Marco Aurélio alega a necessidade de preservar a Constituição Federal, que determina a relação harmônica e independente dos poderes. Ele propôs a alteração do inciso XI do artigo 5º do Regimento Interno do STF. (Com informações do Diário do Poder).

Balança comercial tem superávit de US$ 6,702 bilhões em abril

Em: 04/05/2020
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Foto: Agência Brasil
A queda das importações e a estabilidade das exportações fizeram a balança comercial registrar o segundo maior resultado da história para meses de abril. No mês passado, o país exportou US$ 6,702 bilhões a mais do que importou em março, alta de 18,6% em relação ao resultado positivo de US$ 5,653 bilhões de abril de 2019. Esse foi o segundo melhor resultado da série histórica para o mês, só perdendo para abril de 2017 (US$ 6,963 bilhões). Com o resultado de abril, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – acumula superávit de US$ 13,239 bilhões nos quatro primeiros meses de 2019, valor 16,4% inferior ao do mesmo período do ano passado e o mais baixo para o período desde o primeiro quadrimestre de 2016. No mês passado, as exportações somaram US$ 18,312 bilhões, com leve queda de 0,3% em relação a abril de 2019 pelo critério da média diária. A queda foi puxada pelas vendas de manufaturados, que caíram 34,4% na mesma comparação em meio à pandemia do novo coronavírus. Os destaques foram automóveis de passageiros, com recuo de 81%, autopeças (-59,2%) e máquinas para terraplanagem (-50%). (ABr)

Quarentena não impede parlamentares de gastar com propaganda pessoal

Em: 03/05/2020
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Foto: Divulgação
As medidas de isolamento ou distanciamento social estão em pleno vapor e deputados e senadores estão em casa, participando de sessões de poucas votações só por videoconferência. Ainda assim, conseguiram torrar apenas no mês de março mais de R$ 840 mil do contribuinte para fazer a “divulgação da atividade parlamentar”, despesa que fica incluída na cota de exercício de atividade parlamentar, o cotão. A conta ainda não fechou, mas a expectativa é ainda maior para o mês de abril. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. Deputados federais gastaram nos três primeiros meses do ano mais de R$ 11,1 milhões apenas para fazer propaganda do próprio “trabalho”. No Senado, a conta é de R$ 454 mil em gastos para “divulgar a atividade parlamentar” dos senadores, que estão sob quarentena. No total, o “cotão parlamentar” já custou ao pagador de impostos mais de R$ 40,1 milhões, entre deputados e senadores, em 2020. (Com informações do Diário do Poder)

Confiança do empresário atinge menor patamar em 19 anos

Em: 30/04/2020
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Foto: Gelimar Moura
O Índice de Confiança Empresarial (ICE), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 33,7 pontos de março para abril deste ano.  Com isso, o indicador atingiu 55,8 pontos, menor nível da série histórica iniciada em 2001. A queda foi provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) e seu reflexo na saúde. O índice de confiança empresarial consolida as sondagens feitas com empresários da indústria, serviços, comércio e construção. O Índice da Situação Atual, que mede a percepção em relação ao presente, recuou 30,4 pontos em abril, passando para 61,5 pontos, o menor da série histórica. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, recuou 36,2 pontos e passou para 51,5 pontos, também o mínimo da série. As maiores quedas ocorreram nos setores da indústria (39,3 pontos) e serviços (31,7 pontos). O comércio recuou 26,9 pontos e a construção, 25,8 pontos. (ABr)

Inflação da construção cai para 0,18% em abril

Em: 28/04/2020
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Foto: Ilustração
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) registrou inflação de 0,18% em abril deste ano, taxa menor que a de março: 0,38%. Segundo dados divulgados hoje (28), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice acumula inflação de 1,16% no ano e de 4,02% em 12 meses. Em abril, a inflação dos materiais e equipamentos foi de 0,44%, acima do 0,42% de março. Os itens que mais contribuíram para a alta foram os produtos químicos (1,38%) e material para pintura (1,33%). Os serviços também tiveram uma inflação mais alta em abril (0,13%) do que em março (0,11%). O item serviços pessoais (0,34%) é o que mais puxou a inflação. Por outro lado, o custo da mão de obra manteve-se estável em abril. Em março, houve inflação de 0,40%. (ABr)

Guedes diz que governo vai manter teto de gastos

Em: 27/04/2020
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Foto: Divulgação
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (27) que não será necessário suspender o teto de gastos pois os recursos para a saúde estão garantidos, para os gastos extras em função da pandemia do novo coronavírus. “Para que falar em derrubar o teto se é o teto que nos protege contra tempestade?”, argumentou ao lado do presidente Jair Bolsonaro, ao sair de uma reunião no Palácio da Alvorada. Guedes explicou que o governo está usando outros instrumentos para garantir os recursos. Com o reconhecimento do estado de calamidade pública pelo Congresso Nacional, o Executivo ficou dispensado de cumprir a meta de superávit. “Pela regra de ouro você não pode se endividar para pagar gasto corrente. Mas como é gasto emergencial, é gasto de saúde, então pode endividar. Se faltasse dinheiro para saúde, poderíamos romper o teto, mas não é o caso”, disse. Em vigor desde 2017, o teto de gastos limita o aumento das despesas federais ao aumento da inflação do ano anterior. A medida vale por 20 anos. (ABr)

Para 67%, saída de Moro será negativa para governo Bolsonaro

Em: 25/04/2020
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Foto: Marcos Corrêa
De acordo com pesquisa de opinião realizada pela XP Investimentos/Ipespe, 67% das pessoas acreditam que a saída de Sergio Moro do comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública trará impactos negativos para a gestão de Jair Bolsonaro na presidência. Foram 800 pessoas que participaram do levantamento. A pesquisa foi feita entre as 18 horas de quinta-feira, 23, e as 18 horas de da sexta-feira. Portanto, algumas entrevistas foram feitas quando ainda se considerava a possibilidade do então ministro pedir demissão e parte, depois de a demissão ter sido confirmada. A pesquisa abriga uma margem de erro de 3,5 pontos porcentuais para baixo e para cima. Considerando já a formalização do pedido de demissão de Moro, 10% disseram que a saída dele será positiva para o País e 16% acreditam que não exercerá impacto algum. Ainda no levantamento, 8% disseram não saber ou não responderam aos questionamentos. (Com informações do Estadão Conteúdo)
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