Picos(PI), 14 de Maio de 2026
POLITICA EM PAUTA

Com influência de Heráclito, Avelino Neiva é nomeado presidente da Codevasf

Em: 14/08/2017
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Avelino Neiva é o novo presidente da Codevasf (Foto: Divulgação)

A edição de hoje, segunda-feira (14), do Diário Oficial da União, traz a nomeação de Antônio Avelino Rocha Neiva para exercer o cargo de presidente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba – Codevasf, órgão ligado ao Ministério da Integração Nacional. Ele substitui a Kênia Regia Anesenko Marcelino, exonerada do cargo semana passada. Avelino Neiva é pai do deputado estadual Gustavo Neiva (PSB) e já exerceu cargos de relevância nos governos Mão Santa, Wellington Dias e Wilson Martins, notadamente aqueles voltados à área de execução de obras estruturantes. A imprensa da capital piauiense está atribuindo a indicação de Neiva à influência política do deputado federal Heráclito Fortes, que ainda está no PSB, mas de malas prontas para retornar ao Democratas. O Jornal Folha de São Paulo, edição desta segunda-feira, corrobora com as especulações, ao atribuir ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a indicação para a companhia pública, uma das mais importantes do país. Maia seria um dos articuladores do retorno de Fortes para o DEM, como também do deputado federal Átila Lira (PSB-PI). A permanência de ambos no partido de Wilson Martins ficou inviável após a sigla decidir romper com o presidente Michel Temer (PMDB). Lira e Fortes, que apoiam o Governo Temer, aguardam apenas a janela partidária para tomarem o caminho de volta.

Reforma Eleitoral: Comissão vai concluir alterações na semana que vem

Em: 12/08/2017
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Deputados voltarão a analisar a Reforma Política na semana que vem (Foto: Divulgação)

A comissão especial que analisa mudanças nas regras eleitorais (PEC 77/03) volta a se reunir na terça-feira da semana que vem para concluir a votação de mudanças no texto do relator, deputado Vicente Candido (PT-SP). A reunião está marcada para as 14h30. A ideia é que as propostas que podem mudar as regras das eleições do ano que vem comecem a ser avaliadas logo pelo Plenário. Os deputados já aprovaram o voto majoritário para eleger deputados federais e estaduais e vereadores em 2018 e 2020, o chamado “distritão”, e o financiamento público de campanhas. Faltam ser votados três destaques para concluir a votação na comissão, que depois segue para dois turnos de votação em Plenário. Dos três destaques pendentes de votação, um trata da possibilidade de os candidatos nos distritos eleitorais ou a outros cargos majoritários poderem figurar simultaneamente nas listas partidárias preordenadas, a partir de 2022. Os outros dois destaques referem-se à possibilidade de o suplente de senador ser o candidato a deputado federal “mais votado do mesmo partido ou coligação na circunscrição do titular do mandato”. Além dessa proposta, outra que proíbe as coligações partidárias nas eleições para o Legislativo (PEC 282/16) também pode ser votada em comissão especial. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, quer votar a Reforma Política ainda neste mês, mas criticou a criação de um fundo para custear as campanhas eleitorais.
Com informações da Agência Câmara

Comissão da Câmara aprova “distritão” para as eleições de 2018 e 2020

Em: 10/08/2017
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Deputados da comissão especial aprovaram o "distritão" após intenso debate (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa mudanças nas regras eleitorais (PEC 77/03) aprovou, na madrugada desta quinta-feira (10), o voto majoritário para deputados federais e estaduais e para vereadores nas eleições de 2018 e 2020. Deputados divergiram sobre o sistema, chamado “distritão” e que, apesar de não estar no parecer apresentado pelo relator da proposta, deputado Vicente Candido (PT-SP), foi incluído na reforma política por meio de destaque e já valerá para as eleições do ano que vem, caso o texto seja confirmado pelo Plenário. De autoria do PMDB, o destaque foi aprovado por 17 votos a 15, com apoio do PSDB, do DEM, do PP e do PSD. Pelo “distritão”, são eleitos para o Legislativo os candidatos mais votados em cada Estado da federação. Não serão levados em conta os votos recebidos pelo conjunto dos candidatos do partido, como é o sistema proporcional adotado hoje. O deputado Efraim Filho (DEM-PB), acredita que o “distritão” é mais simples para os eleitores. “Não são técnicos, nem teóricos, nem cientistas políticos. O que o eleitor entende é: quem recebeu mais votos será o meu representante”, declarou. Pelo texto aprovado na comissão, a partir de 2022, o sistema para eleição no Legislativo será distrital misto, em que metade dos deputados federais e estaduais e dos vereadores serão eleitos pelo sistema de listas e metade pelo voto majoritário distrital.
Com informações da Agência Câmara

Reforma Política pode ser votada hoje em comissões especiais da Câmara

Em: 09/08/2017
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Deputado Vicente Cândido é o relator da Reforma Política (Foto: Alex Ferreira / Câmara dos Deputados)

Os deputados federais podem votar hoje, quarta-feira (09) nas comissões especiais de sobre Tempo e Coincidência de Mandatos (PEC 77/03) e da Reforma Política, as alterações e implantação de novos dispositivos legais no sistema eleitoral brasileiro. As propostas a serem analisadas nas duas comissões fazem parte do relatório do deputado Vicente Cândido (PT-SP). Segundo a Agência Câmara, a primeira comissão deve analisar mudanças na Constituição. O texto de Candido traz as regras gerais para viabilizar o financiamento público das campanhas eleitorais e propõe o fim da reeleição para prefeitos, governadores e presidente da República, além da extinção do cargo de vice. Entre as sugestões de Candido, a que enfrenta o maior número de críticas é a criação do fundo público, que deve contar com R$ 3,5 bilhões para as eleições de 2018, e cerca de R$ 2 bilhões para as eleições seguintes. Desde 2015, o financiamento empresarial está proibido por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta estabelece ainda o sistema distrital misto como regra para as eleições de deputados federais, estaduais, distritais e vereadores, a partir de 2022. Por esse sistema, metade dos cargos do Legislativo é eleita com base em listas elaboradas pelos partidos e a outra metade entre os candidatos mais votados no distrito.

Candidato derrotado em Miguel Leão teve Lula pedindo votos em vídeo

Em: 07/08/2017
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Lula pediu votos para o candidato do PT em Miguel Leão (Foto: Reprodução)

O município de Miguel Leão realizou durante o dia de ontem, 06, uma eleição suplementar para a escolha do prefeito e vice-prefeito do município. O pleito, que foi realizado por ordem do Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI), que também cassou a chapa majoritária eleita em outubro do ano passado, confirmou a vitória dos candidatos Roberto César Arêa Leão Nascimento (PR) e Gonçalo Batista dos Santos (PP), da coligação “Renovar é Preciso”. Eles derrotaram com uma maioria de 38 votos os candidatos Jailson de Sousa (PT) e Evandro Ribeiro (PSD), da coligação “Para Continuar Crescendo”. Embora Miguel Leão seja o menor município piauiense, com apenas 1.474 eleitores aptos a votar, o Diretório Estadual do PT priorizou a campanha no município, através dos deputados Assis Carvalho (federal) e João de Deus (estadual), que foram para o corpo-a-corpo na cidade. O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) chegou a gravar um vídeo, ao lado de Assis, pedindo votos para Jailson. No vídeo, Lula ressalta que o PT sabe governar bem o Brasil, os Estados e os municípios. No entanto, as seis urnas usadas no pleito confirmaram que a maioria do eleitorado do pequeno município de Miguel Leão não compreendeu muito bem a mensagem transmitida pelo ex-presidente e líder maior do Partido dos Trabalhadores.

Banco Central informa que poupança teve melhor resultado em três anos

Em: 04/08/2017
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Brasileiros voltaram a investir na caderneta de poupança (Foto: Divulgação)

O Banco Central do Brasil informou hoje, dia 04 de agosto, que pelo terceiro mês seguido, os brasileiros depositaram mais do que sacaram na poupança. Ao longo do mês de julho, a captação líquida (depósitos menos retiradas) somou R$ 2,3 bilhões. O valor é menor que a captação líquida registrada em junho (R$ 6,1 bilhões), mas foi o melhor resultado para meses de julho desde 2014, quando os depósitos tinham superado as retiradas em R$ 4 bilhões. Apesar do desempenho positivo nos três últimos meses, as retiradas continuam maiores que os depósitos em 2017. Nos sete primeiros meses do ano, a caderneta de poupança registrou saques líquidos de R$ 9,96 bilhões. Mesmo assim, esse foi o melhor resultado para o período de janeiro a julho desde 2014, quando a aplicação tinha registrado captações líquidas de R$ 13,6 bilhões. Até 2014, os brasileiros depositavam mais do que retiravam da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrirem dívidas, num cenário de queda da renda e de aumento de desemprego. Em 2015, R$ 53,5 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A poupança voltou a atrair recursos mesmo com a queda de juros. Isso porque o investimento voltou a garantir rendimentos acima da inflação, que está em queda.
Com informações da Agência Brasil

STF: Rosa Weber dá cinco dias para Governo explicar aumento de impostos

Em: 03/08/2017
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Rosa Weber é a relatora da ADI aberta pelo PT no Supremo (Foto: ASCOM/STF)

A Presidência da República tem cinco dias para explicar o aumento de impostos incidentes nos combustíveis, anunciado pelo Governo Federal no último dia 20 de julho, é que o determina despacho da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo a Agência Brasil, a determinação foi feita dentro de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) aberta pelo PT no Supremo, questionando a validade do decreto que aumentou as alíquotas do PIS e Cofins incidentes sobre a gasolina, o diesel e o etanol. O partido de oposição argumenta que, conforme determina a Constituição, o aumento de tributos só poderia ocorrer por meio de projeto de lei votado no Congresso e que, mesmo no caso de aprovação, precisaria de 90 dias após a sanção para poder entrar em vigor. O argumento é o mesmo usado em uma ação popular que levou o juiz Renato Borelli, da 20ª Vara Federal de Brasília, a conceder uma liminar suspendendo a alta no preço dos combustíveis, no dia 25 de julho. A decisão acabou derrubada no dia seguinte pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, após recurso da Advocacia-Geral da União. A previsão do governo é arrecadar mais R$ 10,4 bilhões com o aumento do PIS/Cofins sobre os combustíveis, de modo a conseguir cumprir a meta fiscal de déficit primário de R$ 139 bilhões para este ano.

Maioria da bancada piauiense votará contra a denúncia de Janot

Em: 02/08/2017
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Reunião da bancada piauiense (Foto: Reprodução)

A Câmara dos Deputados deverá votar hoje (2) o parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), contrário à admissibilidade da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que acuso o presidente Michel Temer pela prática de crime de corrupção passiva. A sessão teve início às 9h e os trabalhos devem se estender por todo o dia. Dos 10 deputados da bancada piauiense, apenas três vão votar contra o relatório da CCJ, ou seja, para que a Câmara autorize a abertura do processo no Supremo Tribunal Federal (STF). São eles: Assis Carvalho (PT), Rodrigo Martins (PSB) e Silas Freire (Podemos). A maioria da bancada piauiense votará a favor do presidente da Repúbica, ou seja, contra a denúncia de Janot, sendo eles: Átila Lira e Heráclito (PSB), Marcelo Castro (PMDB), Iracema Portella e Mainha (PP), Júlio César (PSD) e Paes Landim (PTB). O governador do Piauí, Wellington Dias (PT) não repetiu ato da época da votação da abertura do processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), quando exonerou os secretários Fábio Abreu (Segurança Pública) e Rejane Dias (Educação), para que reassumissem seus mandatos na Câmara e votassem contra o impeachment. A sessão de hoje necessita do mesmo quórum e a votação só pode começar com a presença de 342 parlamentares. A votação será por chamada nominal, começando pelos deputados de um estado da Região Norte e, em seguida, os deputados de um estado da Região Sul. Durante as últimas horas foi intensa a movimentação em Brasília, com os líderes governistas e de oposição atrás de votos dos indecisos.

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