Picos(PI), 28 de Junho de 2026
POLITICA EM PAUTA

Popularidade do governo voltará a subir com auxílio e vacinação, diz Mourão

Em: 20/03/2021
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Foto: Divulgação
O vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, acredita que a popularidade do governo voltará a subir assim que a vacinação contra a Covid-19 engrenar e a nova rodada do auxílio emergencial começar a ser paga. Pesquisas divulgadas na última semana mostram que a avaliação negativa da gestão de Jair Bolsonaro vem aumentando entre a população. Além disso, a possibilidade do ex-presidente Lula disputar a eleição no ano que vem também fez com que, pela primeira vez, aparecesse um candidato com possibilidade de vencer o atual presidente na disputa pelo Planalto. Na avaliação de Mourão, no entanto, tudo é uma questão de momento. “Isso é normal, estamos vivendo um momento difícil, população sem poder trabalhar, com dificuldades para a pessoa viver, a questão psicológica pelo abre e fecha das atividades. Isso reflete na popularidade do governo, mas pode ser revertida na medida que a gente avançar na vacinação, na medida que tiver agora o auxílio emergencial.” - avaliou.

Bolsonaro ignora morte de ex-aliado Major Olimpio

Em: 19/03/2021
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Senador morreu vítima da Covid-19 (Foto: Divulgação)
Durante cerca de uma hora de duração da sua tradicional live nas redes sociais de toda quinta-feira, o presidente Jair Bolsonaro evitou comentar a morte do senador Major Olimpio (PSL-SP), anunciada na tarde de ontem, 18. Enquanto ministros, filhos do presidente e o vice-presidente Hamilton Mourão se pronunciaram sobre a morte do parlamentar, Bolsonaro adotou o silêncio. Major Olimpio é o terceiro senador a perder a vida em função da covid-19. Após o anúncio da morte do senador, Bolsonaro cancelou sua ida ao Congresso, onde faria gesto político e entregaria a medida provisória sobre a nova rodada do auxílio emergencial. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), decretou em seguida luto oficial de 24 horas. Na eleição de 2018, Bolsonaro e Major Olimpio foram aliados. Em maio do ano passado, contudo, romperam relações. Na época, o senador justificou que o fim da aliança ocorreu porque Bolsonaro não concordava com a defesa do senador pela instalação da CPI da Lava Toga sobre o Supremo Tribunal Federal. Olimpio alegou que o presidente queria proteger seus filhos e, por temer retaliações da Corte, era contra a iniciativa. (Com informações do Portal Terra)

Aprovação de Wellington na gestão da pandemia é de 74,6%

Em: 17/03/2021
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Governador Wellington Dias
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datamétrica entre os dias 15 e 20 de fevereiro, mostra que 74,6% da população piauiense aprova a forma como o governador Wellington Dias vem conduzindo o combate a pandemia do novo coronavírus no estado. A pesquisa foi feita com uma amostra de 2 mil pessoas e tem a margem de erro de 2%. O nível de confiança é de 95%. Na sondagem, os que conhecem ou foram beneficiados por alguma ação específica do governo no combate a pandemia, indicam altos índices de aprovação como é o caso do fortalecimento da rede de saúde que é vista positivamente (ótimo, bom e regular) por 86,6%. O Programa Busca Ativa é bem avaliado por 82,9%. Já as Barreiras Sanitárias são bem vistas por 81,5%. Para 79,6% dos entrevistados, os decretos do governo também são positivos no combate a pandemia. A distribuição de insumos e vacinas alcança 84,6% de avaliação positiva. 54% tomaram conhecimento das articulações do governador no sentido de comprar vacinas. A pesquisa Datamétrica também aponta uma aprovação positiva para o Governo do Estado, que unindo bom, ótimo e regular alcança 64,8%.

Queiroga diz que política é do governo Bolsonaro, não do ministro

Em: 16/03/2021
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Foto: Divulgação
Ao chegar para a primeira reunião no Ministério da Saúde na manhã desta terça-feira (16), o ministro indicado para a pasta, o médico cardiologista Marcelo Queiroga, disse que vai executar a política definida pelo governo do presidente Jair Bolsonaro. "O governo está trabalhando. As políticas públicas estão sendo colocadas em prática. O ministro Pazuello anunciou todo o cronograma da vacinação. A política é do governo Bolsonaro. A política não é do ministro da Saúde. O ministro da Saúde executa a política do governo. O ministro Pazuello tem trabalhado arduamente para melhorar as condições sanitárias do Brasil e eu fui convocado pelo presidente Bolsonaro para dar continuidade a esse trabalho", disse Queiroga. Queiroga está reunido com Pazuello e ainda não teve sua nomeação publicada no Diário Oficial da União. Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a transição deve durar cerca de duas semanas. (ABr)

Dólar e bolsa iniciam semana em alta

Em: 15/03/2021
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Foto: Ilustração
Em um dia de ajustes no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a ser vendido acima de R$ 5,60. A bolsa de valores também subiu e se aproximou dos 115 mil pontos. O dólar comercial fechou esta segunda-feira (15) vendido a R$ 5,64, com alta de R$ 0,08 (+1,44%). Embora tenha operado próximo da estabilidade na primeira hora de negociação, a divisa subiu nas horas seguintes até fechar próxima da máxima do dia. As intervenções do Banco Central (BC) não adiantaram. A autoridade monetária vendeu US$ 1,06 bilhão das reservas internacionais e leiloou US$ 500 milhões de swaps cambiais (operação que equivale à venda de dólares no mercado futuro). A cotação, no entanto, não recuou. O BC está vendendo dólares para desestimular apostas de alta da divisa no mercado futuro. No mercado de ações, o índice Ibovespa, da B3, fechou esta segunda aos 114.851 pontos, com alta de 0,6%. O indicador alternou altas e baixas durante a manhã, mas firmou a tendência de alta durante a tarde, com investidores comprando ações que ficaram baratas nos últimos dias. Fatores domésticos e externos continuam pressionando a alta do dólar. No Brasil, a expectativa em relação à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) influencia os investidores. (ABr)

Negociação indica que deputado do PP deve assumir vaga de Pazuello

Em: 13/03/2021
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Foto: Agência Brasil
Avançam os entendimentos para a nomeação de um deputado do Progressistas ao cargo de ministro da Saúde, em lugar de Eduardo Pazuello. Têm sido considerados os deputados e médicos Dr. Luizinho (RJ) e Hiran Gonçalves (AM). Não há uma pressão do PP e nem do bloco de partidos de centro, o “centrão”, que na verdade atenderam a sugestão do Planalto para propor alternativas ao presidente Jair Bolsonaro, que continua reticente em relação à troca. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder. A possível mudança coincidiu, nesta sexta (12), não por acaso, com um esforço de comunicação de Pazuello para tentar esvaziar as tratativas. Fez parte desse esforço a jogada de fazer do piauiense Welington Dias (PT) porta-voz da notícia de compra de 10 milhões de vacinas russas. Espantou o presidente a atitude de Pazuello, que no meio da pandemia articulava candidatura no Amazonas, mas ele ainda acha que não é hora.  

Plenário do STF julgará recurso contra anulação de condenações de Lula

Em: 12/03/2021
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Foto: Divulgação
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin enviou hoje (12) ao plenário da Corte recurso da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra a anulação das condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Operação Lava Jato. Após prazo para a defesa se manifestar, caberá ao presidente do STF, ministro Luiz Fux, escolher a data do julgamento em plenário, composto pelos 11 ministros. No recurso, a PGR pretende derrubar a decisão de Fachin, que, na segunda-feira (8), anulou as condenações. A PGR argumenta que o reconhecimento da competência da 13ª Vara Federal para julgar Lula “perdurou por um longo período de cerca de cinco anos”, e que modificar o entendimento a essa altura geraria instabilidade processual e insegurança jurídica. No recurso, a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, que assina a peça, defende que as denúncias apresentadas pelo MPF tiveram sucesso em demonstrar, de forma “clara”, o elo dos fatos investigados nos quatro processos com os casos de corrupção na Petrobras. (ABr)

Júlio César assume Comissão de Finanças e Tributação da Câmara Federal

Em: 11/03/2021
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Foto: Divulgação
O deputado federal Júlio César (PSD-PI) foi eleito ontem, quarta-feira (10), presidente da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados para um mandato de um ano. Ao tomar posse no cargo, ele lamentou o atraso nos trabalhos em razão da pandemia de Covid-19, mas anunciou que já pediu um levantamento das prioridades do colegiado. O parlamentar também se disse feliz em assumir a presidência da Comissão de Finanças neste momento. “Eu estou aqui no sexto mandato e todos os anos sou membro desta comissão. Na maioria dos anos, como membro titular e, em alguns, como membro suplente. Então, tenho uma identificação muito grande com esta comissão.". Na Câmara, Júlio Cesar também já foi presidente, anteriormente, das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Antes do PSD, foi filiado ao DEM. (Com informações da Agência Câmara).
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