Picos(PI), 09 de Março de 2026

Matéria / Esporte

Briga generalizada marca final do clássico entre Cruzeiro e Atlético Mineiro

09/03/2026 - Jesika Mayara

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P40G-IMG-c61824e9cee1d69883.jpg (Foto: Gilson Lobo/AGIF)
P40G-IMG-c61824e9cee1d69883.jpg (Foto: Gilson Lobo/AGIF)

Cruzeiro e Atlético-MG protagonizaram uma briga generalizada no fim da partida que decidiu o Campeonato Mineiro, no Mineirão. A partida ficou paralisada por mais de 10 minutos, quando faltavam 30 segundos para o término do tempo de acréscimo.

Tudo começou, após um choque de Christian em Everson, na grande área do Atlético. O goleiro do Galo não gostou e revidou, empurrando o adversário e sentando com os dois joelhos em cima dele. Os jogadores do Cruzeiro viram a cena e partiram para cima do goleiro, o que provocou uma confusão generalizada.

Lucas Romero deu uma voadora em Everson, que já havia sido atingido por Matheus Henrique. Logo depois, Christian deu um soco em Lyanco, mas levou uma voadora de Junior Alonso.

Cássio também tentou partir para cima do zagueiro Lyanco, mas foi contido. O defensor atleticano, logo depois, trocou socos com o meia Gerson em campo e levou um chute do goleiro cruzeirense. Depois, Lucas Romero deu um soco também no zagueiro.

O atacante Hulk também foi protagonista da briga. Ele levou algumas voadoras do zagueiro Lucas Villalba, revidou com socos e também chutou o volante Lucas Romero. Villalba ainda trocou agressões com Renan Lodi, em seguida. Em outro momento, levou um soco de Éverson.

Na mesma cena, o zagueiro João Marcelo, do Cruzeiro, deu um soco no ataque atleticano, mas logo depois é também agredido por Preciado.

Em outro momento, o zagueiro Junior Alonso acertou um soco no rosto do volante Walace. Logo depois, foi derrubado e sofreu também um chute de Kaio Jorge. O artilheiro do Cruzeiro também trocou agressões com Gabriel Delfim. O lateral Fagner também entrou e participou da briga com o goleiro.

Seguranças das equipes e policiais militares foram acionados para tentar separar a briga. O árbitro Matheus Candançan requisitou a proteção da Polícia Militar em meio à confusão. Após os ânimos serem acalmados, a partida foi encerrada, sem o árbitro expulsar nenhum atleta em campo.

 

Globo Esporte

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